ARTISTAS GÓTICOS FAMOSOS

GAUDÍ Y CORNET
(Antoni ou Antonio), arquiteto espanhol (Reus, preto de Tarragona, 1852 - Barcelona 1926). Sua obra, marcada pela influência racionalista assim como pelo gosto da arte medieval e tradiçã catalã, caracterizou-se por grande inventividade formal e técnica. A escolha dos materiais (tijolo, cerâmica, cimento), a organização do espaço arquitetônico, a introdução de formas novas (espirais, parabolóides, hiperbolóides), o amor do artista pelos elementos naturais e vegetais e, por fim, seu misticismo constituem um todo coerente e ao mesmo tempo conflitante e dinâmico, que evoluiu das primeiras realizações (casa Vicens em Barcelona, 1878), passando pela capela da Colónia Güell (em Santa Coloma de Cervelló, 1898-1914), o parque Güell (1900-1914), as casas Batló e Milá (1905), até a fantástica igreja da Sagrada Família, à qual Gaudí dedicou mais de 40 anos de sua vida (a partir de 1884) e que não pôde terminar.
GIOVANNI DI PAOLO
Pintor italiano (Siena c. 1399 - id 1482). Influenciado por Sassetta e Gentile da Fabriano, mas dotado de uma espiritualidade patética e visionária, permanesceu ligado à expressão gótica (polípticos e painéis avulsos, pinacoteca de Siena).
GIOVANNI PISANO
Escultor e arquiteto italiano (? C. 1248 - Siena após 1314). Filho e colaborador de Nicola Pisano, inspirou-se, como o pai, nos relevos antigos, mas aliou à cultura clássica um grande conhecimento da escultura gótica francessa. De 1284 a 1299 dividiu sua atividade entre a fachada da catedral dde Siena e os últimos trabalhos de decoração do batistério de Pisa. Foi o autor do púlpito de Sant´Andrea da Pistola ( terminado em 1301), num estilo atormentado, e do da catedral de Pisa (1302-1310), mais clássico.
GUILLAUME GUILLET
Arquiteto francês (Fontaine-Chaalis 1912). Discípulo de Perrt, Prêmio de Roma em 1946, destacou-se principalmente com os pavoilhóes da França e de aris na Exposição de Bruxelas (1968) e a igreja de Notre-Dame de Royan (1954-1959), projetos realizados com a colaboração dos engenheiros Lafaile e Sarger.
ÁLVARES DE AZEVEDO
Manuel Antônio Álvares de Azevedo (São Paulo, SP, de 1831 à 1852), um dos maiores poetas românticos no Brasil. Em 1847, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, onde escreveu a maior parte de sua obra (poesias, contos, ensaios, traduçóes, teatro). A maior contribuição de sua poesia reside na tentativa de libertar-se da influência portuguesa e criar um caminho próprio para a literatura brasileira. Morreu jovem, aos 21 anos de idade, vítima de tuberculose. Muitos poemas seus foram reunidos no volume Lira dos Vinte Anos e publicado posteriormente (1853), fazendo grande sucesso. Publicaram-se, depois, sucessivas edições, todas com o nome de Obras de Álvares de Azevedo, variando apenas a apresentação. A 4º edição (1873) incluía Lira dos Vinte Anos, Poesias Diversas e Poemas do Frade, além de textos em prosa, como Cartas, Discursos e Estudos Literários. Em 1878, seus contos foram publicados com o nome de A Noite na Taverna. Finalmente, em 1942, editaram-se suas Obras Completas, que, além de reunirem os trabalhos já citados, incluem O Conde Lopo, O Livro de Fra-Godinho e Literatura e Civilização em Portugal.
EDGAR ALLAN POE
Edgar Allan Poe, nasceu em Boston, EUA, em 1809, de um casal de atores fracassados. Órfão aos dois anos de idade, adotado por rico comerciante, viajou pela Escócia e Inglaterra, recebendo esmerada educação clássica. Em 1826, freqüenta a Universidade de Virgília, estudando grego, latim, francês, espanhol e italiano, mas abandona o estudo por causa do jogo. No ano seguinte, retorna a Boston, onde publica Tamerlão e Outros Poemas, e, em 1829, um novo volume de poesias: Al Aaraaf, Tamerlão e Poemas Menores. Ingressa na West Point, mas é expulso por falta às aulas. Dedica-se então à literatura, numa vida nômade, partindo para Nova York, o maior centro literário americano da época. Em 1831, publica Poemas; em 1833, com Manuscritos Encontrados numa Garrafa ganha um prêmio de 50 dólares e torna-se redator e editor do Literary Messenger; mas é demitido por abuso a bebida. Em 1838, em Filadélfia, trabalha como editor no Button´s Gentleman Magazine. Escreve A Queda da Casa de Usher e Contos do Grotesco e do Arabesco. Em 1840, demite-se do Button´s e, em 1841, passa a editar o Graham´s Magazine; nele publica seu primeiro romance policial, Os Crimes da Rua Morgue, e, em 1841, o conto policial O Escaravelho de Ouro, que lhe dá 100 dólares de prêmio, além de prestígio e publicidade. Em 1848, em Nova York, escreve A Balela do Balão e torna-se subeditor do Evening Mirror, onde publica o célebre poema O Corvo. Certo dia, após uma bebedeira, é encontrado inconsciente numa rua. Levado para um hospital, vem a falecer em 1849. A base de toda a prosa de Poe apoia-se no fantástico das exacerbações da natureza humana: alucinações, cuja lógica ultrapassa a da consciência habitual; mentes inquietas e febris; personagens neuróticas; o duplo de cada homem. A impressão de realismo é criada dentro do irreal. Os cenários são brumosos, repletos de elementos de morte e fatalidade. O fatalismo e mergulho no lado desconhecido da alma humana revelam uma vivência pessoal que fez de Poe num dos principais \\\\"escritores malditos\\\\" da Literatura Universal. A influência de Poe estendeu-se à poesia simbolista, à ficção cientifica, ao romance policial moderno e psicológico. Em 1848, Contos do Grotesco e do Arabesco foi publicado na França como Histórias Extraordinárias, por Baudelaire.
HOFFMANN
(1776 - 1822), advogado, pintor, crítico, compositor e escritor alemão, considerado o maior contistas do romantismo de sua língua. É conhecido sobretudo por suas histórias fantásticas, povoadas de Doppelgänger (espectros que as pessoas vêem como sua própria imagem ao espelho) e outras aparições. Como compositor, seu estilo melódico se situa entre o contraposto e o lírico. Escreveu Peças Fantãsticas à Maneira de Callot (1814/15), Os Elixires do Diabo (1815), Peças Noturnas (1817), Princesas Brambilia (1821), Opiniões do Gato Murr (1820/22). Compâs a ópera Undine (1814), música sacra e de câmara. Exerceu influência sobre muitos escritores, entre eles Baudelaire, Poe, Púchkin e Gógol. Jacques Offenbach inspirou-se em suas obras para compor a opereta Contos de Hoffmann (1881).
HORACE WALPOLE
Horace Walpole, (1717 - 1797), escritor inglês, filho de Robert Walpole. Foi o criador da novela Gótica, com o livro O Castelo de Otranto (1765). Ficou famoso por suas cartas, das quais restaram cerca de 3000, que representam um retrato detalhado da Inglaterra do séc. XVIII
- Vomitado por: Douchinji às 14h14
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MEGADETH DE VOLTA!


uma das maiores bandas do Metal está com disco novo... depois de quase dois anos parado por um problema em sua mão, Dave recrutou uma banda nova e está de volta com o Megadeth! ainda não ouvi, mas esperamos que o tio Dave não nos decepcione, né?
- Vomitado por: Douchinji às 23h11
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Se algum dia, esmagada pelo tédio, eu te pedir o Sol como remédio à minha inquietação, sorri como se eu fosse uma criança, e não digas que não. Se algum dia, em noites de platina, eu te pedir a Lua que ilumina do céu a nossa rua e me deixa extasiada, boquiaberta, as minhas mãos nas tuas mãos aperta e promete-me a Lua! E se ainda, perdido no horizonte, o meu olhar partir de monte em monte e apetecer o mar, tu que sabes, vês e podes tudo, abrindo tuas asas de veludo, finge que o vais buscar!
(Virgínia Victorino)
- Vomitado por: Douchinji às 10h49
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Eu te olho. Tu és um condenado, Apaixonado, Infeliz. Nem pena consigo sentir por ti. Só indiferença, Algo sem importância. És nulo, Um ninguém. És um verme, Que não anda, Apenas rasteja. Tu és um verme. Permaneças, então, Na tua real condição De verme. És como o nada, Um vácuo no infinito. Não podes ser visto. Tu és um nada. Permaneças, então, Na tua verdadeira condição, Tu és, para mim, um nada. E isso, já é muito.
- Vomitado por: Douchinji às 09h14
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Anarquia!!!!!!!!
Não leia este texto...
"Eu estou chegando até você, em suas mãos como quem não quer nada, mas na verdade estou querendo tudo. Eu não te quero mais ver preso, atrás de grades, dentro de caminhos que criaram para ti. Não agüento mais te ver com passos robotizados, caminhando inocentemente em direção ao moedor de carne que apagará seus sonhos, teu sorriso e todo resto de vida que havia em você.
É... eu admito... Eu sofro de autoritariofobia, sistemofobia, desobediência e Anarquia.
Mas não se preocupe, são moléstias e doenças que não fazem mal, muito pelo contrário, são ótimas vacinas que criam anticorpos contra a submissão, a obediência, auto-castração, a morte em vida e outros males.
O único "problema" é que são contagiosas.
E mesmo que você não perceba, que jogue esse texto no lixo, imprima-o e use no banheiro, faça aviãozinho, não tem mais jeito, você já foi contagiado... Você já tinha uma centelha de desobediência, de teimosia; já tinha todo o campo fertilizado, preparado para a anarquia, a prova disso foi você ter desobedecido o aviso do título e ter lido o texto.
Agora é tarde, já existe uma sementinha de anarquia e ferrugem em você. Em alguns ela se manifesta em todo seu potencial, em outros vai se proliferando com o tempo, passando pelos órgãos, mas quando chega no oração... é fatal!
Agora que você já leu mesmo; de doente pra doente, pra te ajudar, vou descrever os sintomas que vai sentir:
Primeiro você vai começar a pensar e vai olhar o mundo com outros olhos, com olhos críticos, segundo o seu ponto de vista. Depois você vai enxergar as grades sociais, o sistema de vida que joga gente na fossa, faz milhões morrerem de fome e frio debaixo das pontes e que ao mesmo tempo coloca uns em mansões, nos carrões de ultimo tipo, etc...
Depois você vai olhar para sua vida, vai perceber que seu trabalho, a escola, sua rotina, são cúmplices de todas atrocidades e injustiças desse mundo em que vivemos.
Daí você vai começar a sonhar, a imaginar um mundo livre, feito por pessoas felizes, que cooperam entre si, que se tratam como irmãos. Um mundo sem violência, onde todo mundo faça o que queira, trabalhe no que goste, na hora e período que desejar e onde todos tenham direito a tudo na sociedade.
Daí você começa a pensar que esse sonho pode se tornar realidade, vai querer lutar pra ver as pessoas felizes, vai praticar sem querer o companheirismo e a solidariedade.
Nesse ponto já não adianta mais procurar um médico, um padre, um patrão ou um delegado de polícia. A Anarquia já terá tomado conta de seu corpo e você será um ser humano vivo e livre, no meio de máquinas, atuando como uma ferrugem ácida e cumprindo o destino de transformá-las em seres livres, como você acabou de se tornar ."
- Vomitado por: Douchinji às 12h02
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